Como o storytelling pode fazer parte da sua estratégia de comunicação?
Certa vez um profissional da comunicação chamado Guilherme foi acionado para criar uma campanha que trouxesse mais clientes a uma determinada empresa, por meio das redes sociais. Seu prazo era apertado e ele ainda não tinha uma estratégia, mas já que a empresa era do setor financeiro (de investimentos, para ser mais preciso) o profissional pensou em usar o gatilho da emoção somado ao dinheiro (que, convenhamos, é um recorte que interessa a todos!). Era dezembro, tempo de festas e férias. Então ele usou isso a seu favor para criar a campanha e conseguiu um fato inédito!
O que ele fez, exatamente? Não sabemos! Afinal, essa história não existe de verdade: utilizamos aqui o conceito do storytelling para prender sua atenção, sobretudo neste primeiro parágrafo. E se você chegou até aqui é porque essa estratégia realmente funciona. Quer saber como? Leia até o final que vamos explicar!
Histórias que geram gatilhos emocionais
Assim como nosso personagem da história inventada, o storytelling utiliza como gatilho a emoção. Ou seja, o objetivo dessa técnica é expor algum dado, informação, ou mesmo um ensinamento, através da narração de uma história, de forma a fazer com que as pessoas prendam sua atenção ao que está sendo contado.
O gatilho da emoção pode ser utilizado de diversas formas dentro de uma história, seja por meio da emoção que o fato narrado pode gerar (uma história triste ou alegre), ou por meio da emoção que se junta à ansiedade e a curiosidade de saber o final da história.
Ou seja, quando o storytelling é aplicado em qualquer contexto, ele tem o objetivo de transmitir uma mensagem da qual as pessoas vão entender e lembrar, afinal, ela foi contada utilizando uma técnica que chama a atenção e gera empatia, entre outros sentimentos.
Como usar na comunicação?
Independente se você é um profissional da comunicação ou dono de empresa, tenha claro em sua mente que, sim, é possível aplicar o storytelling em qualquer setor e para qualquer ação de comunicação. Afinal, contar histórias é uma maneira de se comunicar.
O lançamento de um produto, por exemplo, pode ser feito com o uso do storytelling, gerando empatia pela marca e fazendo com que haja um entendimento que vai além do simples uso daquele produto. Por que ele foi criado? Como surgiu a ideia? Qual seu propósito? E se esse produto ainda tiver algum apelo social ou que envolva algum dos pilares do ESG, a história pode gerar ainda mais empatia por parte do público, gerando, consequentemente, mais resultados.
Mas, a técnica do storytelling vai muito além do lançamento de produtos: essa técnica pode ser utilizada também para falar sobre serviços, empresas e até mesmo em palestras e entrevistas para gerar autoridade.
Storytelling para gerar autoridade
Ao falarmos de autoridade, logo pensamos no papel da assessoria de imprensa como ponte para a geração de mídia espontânea. Até aí, nenhuma novidade. Mas, e se nós dissermos que é possível utilizar a técnica do storytelling em entrevistas, palestras e até em materiais audiovisuais ou mesmo escritos, para mostrar com ainda mais ênfase a propriedade no assunto que determinado profissional tem?!
Sim, isso é possível. Ao contarmos uma história para explicar algum conceito complicado de finanças, por exemplo, as pessoas entendem com mais facilidade. Se alguém consegue fazer com que o outro entenda conceitos e aprenda com isso, esse profissional será visto como autoridade.
E podemos ir ainda mais além: saber contar a própria história ou a história de uma empresa, por exemplo, de uma maneira que não seja totalmente institucional e maçante é algo que a maioria das pessoas não consegue e que, quando conseguem, tornam-se referência.
Para conseguir utilizar essa técnica nesses casos, recomendamos um bom media training com jornalistas e profissionais que realmente entendem de comunicação para te ajudar a contar uma história!
Agora que você já entendeu que o storytelling é uma técnica que pode (e deve) fazer parte da estratégia de comunicação, conta para a gente: você sabia que contar histórias podia ser algo tão produtivo e excelente ferramenta de geração de autoridade?
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