Matéria gerada por mídia espontânea ou Publieditorial: qual melhor estratégia?
É certo que existe um limite entre o jornalismo e a publicidade, e por mais que as duas frentes apresentem grandes diferenças, trabalhar com assessoria de imprensa exige que o jornalista saiba que a linha para estratégias envolvendo a comunicação empresarial é tênue.
Dentro desse contexto, vamos falar neste artigo sobre a mídia espontânea e as matérias publicitárias, mais conhecidas como publieditoriais. Afinal, qual a diferença entre esses dois e como saber qual estratégia é melhor? Confira!
Publieditorial como o novo Merchan
Se antes fazer publicidade nos veículos de imprensa era destaque na televisão, sobretudo com uso dos merchans realizados pelos próprios apresentadores, hoje com o avanço da internet e dos veículos jornalísticos online, os publieditoriais são os que dominam.
Esse estilo de publicidade nada mais é do que um editorial, um artigo ou mesmo uma matéria jornalística escrita pela própria empresa e veiculada em jornais e portais de notícia como um “editorial”, porém, avisando os leitores que se trata de um conteúdo patrocinado.
É uma maneira de fazer anúncio no jornal, porém, de forma mais informativa e menos publicitária, visando levar aos leitores algum conteúdo de interesse público, para além da mera propaganda.
Essa é uma ferramenta bastante interessante para empresas que querem ampliar a visibilidade da marca, afinal, essa possibilidade faz com que a publieditorial apareça em diversos veículos de destaque.
Desta forma é importante que essa ferramenta seja também considerada no âmbito das estratégias existentes no meio da comunicação empresarial. É um caminho que pode ser seguido, dependendo dos objetivos traçados.
Mídia espontânea e a autoridade
Se o publieditorial ajuda no alcance e na visibilidade por meio de matérias pagas veiculadas em grandes jornais, a mídia espontânea alcança um patamar de credibilidade que a publicidade não oferece.
De maneira geral, a mídia espontânea diz respeito às matérias jornalísticas publicadas nos veículos, com cunho informativo e pilares do jornalismo. Ou seja, é o que mantém as pessoas informadas: notícias com informações relevantes, de interesse público e com o os pilares essenciais para que sejam classificadas como jornalísticas.
O trabalho do assessor de imprensa é justamente emplacar o nome dos clientes nessas matérias e com isso, posicionar as marcas como especialistas. Se uma reportagem da editoria de saúde, por exemplo, mostra dados sobre a dengue na região, o assessor de um médico infectologista pode se posicionar como alguém que tem o profissional especialista para deixar a matéria ainda mais completa.
Ao conquistar a entrevista ou mesmo a citação dentro de uma matéria para um grande veículo, automaticamente o profissional é colocado como um especialista. Isso gera autoridade e reforça a credibilidade dele enquanto profissional, e também a credibilidade da marca.
No caso da mídia espontânea, não é preciso pagar nenhum anúncio ou publieditorial para ter o nome em destaque em um grande veículo. E é justamente por isso que que é chamada de “espontânea”. Ela é conquistada através de um serviço bem feito de assessoria de imprensa e ajuda a ganhar credibilidade.
Qual a melhor estratégia?
Como ficou claro neste artigo, o publieditorial e a mídia espontânea são estratégias diferentes e por isso, não devem ser colocadas “no mesmo saco” quando falamos em estratégias de comunicação.
Cada uma cumpre um papel, seja ele gerar visibilidade e alcance, ou credibilidade e autoridade! Defina seus objetivos e a estratégia deve se encaixar no que te atende melhor!
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